Chegou a 11ª edição do Prêmio SAÚDE

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Sobre o Prêmio SAÚDE

O Prêmio SAÚDE é uma iniciativa da revista SAÚDE e da Editora Abril que busca valorizar o empenho de quem pensa, luta e trabalha por um Brasil mais saudável.

Prestigia projetos que vão de estudos em fase clínica a campanhas de prevenção, realizados por cientistas e profissionais de todas as áreas da saúde.

Se você e seus colegas se esforçam para melhorar a ciência brasileira e a qualidade de vida da nossa população, chegou a hora de participar!

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Jurados

Conheça os jurados deste ano.

Rodrigo Siqueira Reis

Profissional de educação física, professor titular da Pontifícia Universidade Católica do Paraná e professor adjunto da Universidade Federal do Paraná. Pós-doutorado em saúde pública pela Washington University, St. Louis (EUA), pesquisador do CNPq, membro do Comitê Técnico Assessor de Doenças Crônicas Não Transmissíveis do Ministério da Saúde e presidente da Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde.

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Cassiano Merussi Neiva

Profissional de educação física, é professor livre-docente da Universidade Estadual Paulista (Unesp), onde coordena o Laboratório de Metabolismo e Fisiologia do Esforço. É também professor orientador do programa de mestrado/doutorado em promoção de saúde da Universidade de Franca, professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade de Ribeirão Preto, no interior paulista, professor das Faculdades de Medicina, Nutrição e Educação Física da Universidade de Alfenas, pesquisador e professor colaborador convidado do Instituto Nacional de Educación Física (INEF) da Universidad Politécnica de Madrid e da Escuela de Especialización Profesional de Medicina del Deporte da Universidad Complutense de Madrid e colaborador convidado da Second Faculty of Medicine e Faculty of Physical Education and Sport da Charles University, Praga (República Checa).

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Clézio José dos Santos Gonçalves

Graduado em educação física pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), mestre em ciências do movimento humano pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Doutorado em educação e neurociências pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), no interior paulista. É professor da UFRGS, onde chefia o Departamento de Educação Física, e membro do Conselho Estadual do Idoso do Rio Grande do Sul. Consultor ad-hoc em instituições públicas e privadas.

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Andre Pedrinelli

Doutor em ortopedia e traumatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com especialização em medicina do esporte pela Escola de Educação Física e Esporte da USP. Chefe do Grupo de Medicina do Esporte do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas da FMUSP, diretor da Sociedade Paulista de Medicina do Esporte e diretor do Centro Médico de Excelência da Fifa em São Paulo.

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Sérgio Augusto Cunha

Profissional de educação física, é doutor em ciências do esporte pela Universidade Estadual de Campinas e livre docente pela Universidade Estadual Paulista/Rio Claro. É professor da Faculdade de Educação Física da Unicamp.

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Roberto Carlos Burini

Biomédico, com doutorado em metabolismo nutricional, livre-docência em bioquímica clínica, é professor titular do Departamento de Saúde Pública da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

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Anderson Aurélio da Silva

Fisioterapeuta e profissional de educação física, com especialização em ortopedia e esportes, mestrado em ciências da reabilitação, é professor assistente da Universidade Federal de Minas Gerais, onde coordena o Laboratório de Prevenção e Reabilitação de Lesões Esportivas (LAPREV) do CENESP/UFMG e também a Especialização da Fisioterapia. Membro da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva (SONAFE).

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Antonio Herbert Lancha Junior

Graduado em educação física pela Universidade de São Paulo, com mestrado e doutorado em nutrição experimental pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, pós-doutorado pela Faculdade de Medicina da Washington University, nos Estados Unidos, e livre-docência em Nutrição Aplicada a Atividade Motora pela Escola de Educação Física da USP. É professor titular da Universidade de São Paulo, onde coordena o Laboratório de Nutrição e Metabolismo Aplicados à Atividade Motora. É pesquisador convidado do Institut National de la Recherche Agronomique (INRA) Paris, França, e da Universidad de Playa Ancha, Chile.

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Daniel Kopiler

Daniel Kopiler

Cardiologista, especialista em medicina do esporte, doutor em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. É chefe do Serviço de Reabilitação Cardíaca do Instituto Nacional de Cardiologia e presidente eleito da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

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Mauro Vaisberg

Mauro Vaisberg

Médico especialista em reumatologia e em medicina esportiva, é orientador do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de São Paulo, desenvolvendo pesquisas sobre resposta imunológica da mucosa de vias aéreas em atletas.

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Tony Meireles

Tony Meireles

Profissional de educação física, é professor da graduação e pós-graduação do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Pernambuco. É membro do grupo de pesquisa Crossbridges e do American College of Sports Medicine.

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Ana Dâmaso

Ana Dâmaso

Graduada em educação física, com doutorado em nutrição e pós-doutorado em pediatria pela Universidade Federal de São Paulo, onde é livre-docente e orientadora no Programa de Pós-Graduação em Nutrição.

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Luisa Lina Villa

Bióloga, professora associada do Departamento de Radiologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Foi Pesquisadora do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer filial de São Paulo no período de 1985-2011, tendo sido sua diretora no período de 2006 a 2010. Coordena o Instituto do HPV (INCT-HPV). É também chefe do Laboratório de Biologia Molecular do Centro de Investigação Translacional em Oncologia do ICESP. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências e Comendadora da Ordem Nacional do Mérito Científico.

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Mara Behlau

Fonoaudióloga, professora do curso de pós-graduação em distúrbios da comunicação humana da Universidade Federal de São Paulo e de comunicação para negócios nos programas certificate do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em São Paulo. É diretora do do Centro de Estudos da Voz, onde coordena o Curso de Especialização em Voz e o Programa de Estudos Continuados.

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Maria das Graças Braga Ceccato

Graduada em farmácia e bioquímica pela Universidade Federal de Minas Gerais (1985), com doutorado na Universidad Autonoma de Barcelona, Espanha, é professora do Departamento de Farmácia Social da Faculdadade de Farmácia da UFMG.

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Carlos Eduardo Barra Couri

Endocrinologista, é pesquisador da Equipe de Transplante de Células-tronco da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, e autor de “O Futuro do Diabete”, da Editora Abril.

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César Eduardo Fernandes

Ginecologista, professor titular de disciplina de ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC. Diretor científico da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo.

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Alfredo Barros

Mastologista, coordena o Núcleo de Mastologia do Hospital Sírio-Libanês, é médico pesquisador e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. 

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Marcus Vinícius Bolívar Malachias

Cardiologista, é professor do Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, diretor clínico do Instituto de Hipertensão de MInas Gerais e presidente eleito da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

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Claudio Lottenberg

Mestre e doutor em oftalmologia, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, professor co-orientador do curso de pós-graduação da Universidade Federal de São Paulo e professor titular do MBA em Saúde do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper). É presidente do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE) em saúde.

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David Everson Uip

Médico Infectologista, é doutor e professor livre-docente em medicina na área de concentração de doenças infecciosas e parasitárias pela Universidade de São Paulo (USP). É secretário de Estado da Saúde de São Paulo e professor titular da Faculdade de Medicina do ABC.

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Rubens Belfort Mattos Junior

Oftalmologista, é membro da Academia Nacional de Medicina e Academia Brasileira de Ciências, pesquisador 1A CNPq, professor titular de oftalmologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e  presidente da Academia Brasileira de Oftalmologia.

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Jorge Elias Kalil Filho

Médico, com mestrado em imunogenética e imunopatologia e doutorado em biologia humana, ambos pela Universidade de Paris VII. É professor titular de imunologia clínica e alergia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, diretor do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) e diretor do Instituto Butantan. É presidente da International Union of Immunology Societies (IUIS), doutor honoris causa pela universidade de Paris-Sorbonne e representante do Brasil no Instituto Internacional de Engenharia Genética e Biotecnologia.

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Juarez Andrade

Doutor em urologia pela Universidade Federal de São Paulo, é professor de urologia da Universidade Federal da Bahia e coordenador do Serviço de Urologia do Hospital da Bahia.

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Raul Dias dos Santos Filho

Cardiologista, diretor da da Unidade Clínica de Lípides do Instituto do Coração (InCor), professor livre-docente pela Universidade de São Paulo. É diretor da Sociedade Internacional de Aterosclerose.

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Amanda Guerra de Moraes Rego Sousa

Amanda Guerra de Moraes Rego Sousa

Cardiologista, é diretora-geral do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, presidente do Conselho Curador da Fundação Adib Jatene e vice-diretora do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Coração da Associação Sanatório Sírio. É professora da pós-graduação da Universidade de São Paulo.

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Carlos Barrios

Carlos Barrios

Oncologista e hematologista, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É diretor do Instituto do Câncer do Sistema de Saúde Mãe de Deus e diretor do Grupo Latinoamericano de Investigação Clínica em Oncologia (LACOG).

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José Armando Mangione

José Armando Mangione

Cardiologista, é diretor do Serviço Arie de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo e médico do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. É professor livre-docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

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Luiz Paulo Kowalski

Luiz Paulo Kowalski

Médico cirurgião, é professor livre-docente em oncologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. É diretor do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Otorrinolaringologia do A.C. Camargo Cancer Center, de São Paulo, orientador da pós-graduação da Fundação Antônio Prudente e da Universidade de São Paulo e presidente da International Academy of Oral Oncology. 

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Maria Angélica Sanchez

Maria Angélica Sanchez

Especialista em gerontologia e presidente do Departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 

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Marli Teresinha Gimeniz Galvão

Marli Teresinha Gimeniz Galvão

Enfermeira, é professora do Curso de Graduação e de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Pesquisadora do CNPq e líder do grupo de pesquisa Núcleo de Estudos em HIV/Aids e Doenças Associadas e membro da Rede de Enfermagem Nacional em Aids e DST. Editora-chefe da Revista da Rede de Enfermagem do Nordeste. Formou diversos alunos em nível de mestrado e doutorado e publicou mais de cem artigos científicos. 

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Sebastião Cezar Radominski

Sebastião Cezar Radominski

Reumatologista, é professor e chefe da especialidade de reumatologia da Universidade Federal do Paraná. É diretor do Centro de Estudos em Terapias Inovadoras.

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Yeda Aparecida de Oliveira Duarte

Yeda Aparecida de Oliveira Duarte

Enfermeira, com mestrado e doutorado em gerontologia e pós-doutorado em epidemiologia, é professora da Escola de Enfermagem e da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e pesquisadora do Estudo SABE - Saúde, Bem estar e Envelhecimento

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Bruno Geloneze

Bruno Geloneze

Endocrinologista, é pesquisador e coordenador do Laboratório de Investigação em Diabetes e Metabolismo da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Obesidade e Diabetes e coordenador do Estudo Brasileiro sobre Síndrome Metabólica.

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Flavio Antonio Quilici

Flavio Antonio Quilici

Gastroenterologista, é professor titular da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, no interior paulista, presidente eleito da Federação Brasileira de Gastroenterologia, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia.

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Sérgio Schalka

Sérgio Schalka

Dermatologista, é coordenador do Consenso Brasileiro de Fotoproteção da Sociedade Brasileira de Dermatologia e diretor clínico do Medcin Instituto da Pele, em São Paulo.

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Silvia Brandalise

Médica, presidente do Centro Infantil Boldrini, em Campinas, interior paulista. É membro do Consórcio Internacional de Coortes de Câncer de Criança, vinculado à Organização Mundial da Saúde, para estudos sobre o Meio Ambiente e Câncer da Criança.

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Ana Lucia Goulart, pediatra Unifesp

Pediatra, é chefe do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), coordenadora do Ambulatório de Prematuros da mesma instituição e presidente do conselho técnico do Viver e Sorrir - Grupo de Apoio ao Prematuro.

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Elisa da Conceição Rodrigues

Enfermeira, doutora em ciências pelo Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz, pós-doutorado pela Universidade Federal do Ceará. É professora de enfermagem pediátrica da Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenadora da Comissão Permanente de Educação e Pesquisa  da Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras.

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Antonio Sérgio Petrilli

Oncologista pediátrico, professor do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo, é diretor técnico e superintendente médico do Instituto de Oncologia Pediátrica do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer.

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Donizetti Dimer Giamberardino Filho

Pediatra e nefrologista, é diretor clínico do Hospital Pequeno Príncipe, vice-presidente da Sociedade Paranaense de Pediatria e membro da Academia Paranaense de Pediatria. Atua como conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM/PR), onde coordena a Câmara Técnica de Bioética.

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João Carlos Batista Santana

Pediatra e intensivista pediátrico, é professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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Paulo Chapchap

Médico e Ph.D em clínica cirúrgica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é diretor do Programa de Transplante de Fígado e Superintendente de Estratégia Corporativa do Hospital Sírio-Libanês. É também pró-reitor de cursos de pós-graduação stricto sensu e presidente do Conselho de Ensino e Pesquisa do Instituto Sírio-Libanês de  Ensino e Pesquisa.

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José Dirceu Ribeiro

Pediatra, professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista, onde coordena o Centro de Investigação em Pediatria e a disciplina de pneumologia pediátrica. É chefe do Laboratório de Fisiologia Pulmonar do Centro de Investigação em Pediatria.

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Tamara Beres Lederer Goldberg

Pediatra, professora adjunta livre-docente da Faculdade de Medicina de Botucatu - Universidade Estadual Paulista, no interior de São Paulo.

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Cristiane do Prado

Cristiane do Prado

Fisioterapeuta especialista em fisioterapia respiratória e fisiologia do exercício pela Universidade Federal de São Paulo, é coordenadora de fisioterapia do Departamento Materno-Infantil do Hospital Israelita Albert Einstein, coordenadora da Clínica de Especialidades Pediátricas da mesma instituição e coordenadora do Curso de Especialização em Fisioterapia Neonatal e Pediátrica da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein.

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Fátima Rodrigues Fernandes

Fátima Rodrigues Fernandes

Médica pediatra, alergista e imunologista, mestre pela Universidade Federal de São Paulo e Universidad de Barcelona. MBA de Gestão em Saúde pelo Ibmec/Insper. Diretora do Instituto PENSI - Pesquisa e Ensino em Saúde Infantil da Fundação José Luiz Egydio Setúbal / Hospital Infantil Sabará. Coordenadora da residência médica do Serviço de Alergia e Imunologia do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo. Membro da Câmara Técnica de Pediatria do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e da diretoria de cursos e eventos da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

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Mariza Ribeiro Feniman

Mariza Ribeiro Feniman

Fonoaudióloga, com doutorado em ciências dos distúrbios da comunicação humana pela Universidade Federal de São Paulo e pós-doutorado em audiologia pela Universidade do Cincinnati (EUA), é professora titular da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo.

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Nilce Emy Tomita

Dentista, professora de saúde coletiva na Faculdade de Odontologia de Bauru (USP), no interior paulista.

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Fabio Correia Sampaio

Dentista, doutor em cariologia pela Universidade de Oslo, Noruega, com pós-doutorado pela Universidade de São Paulo. É professor da Universidade Federal da Paraíba.

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Fabrício Bitu Sousa

Dentista, professor de estomatologia clínica e patologia bucal da Universidade Federal do Ceará, onde coordena o Núcleo de Estudos em Pacientes Especiais. Coordena também o Programa Estadual de Diagnóstico e Tratamento do Câncer Bucal no estado do Ceará.

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Livia Tenuta

Dentista, pós-doutora em cariologia, é professora da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (Unicamp), no interior paulista.

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Luiz Alberto Plácido Penna

Dentista, doutor em odontologia restauradora pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), é coordenador-geral dos cursos de especialização da Faculdade de Odontologia da Universidade Metropolitana de Santos.

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Gilberto Alfredo Pucca Junior

Dentista, mestre em epidemiologia do envelhecimento pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutor em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília e professor da Universidade de Brasília (UnB). É Coordenador nacional de saúde bucal do Ministério da Saúde e pesquisador do Centro de Estudos sobre Envelhecimento da Escola Paulista de Medicina da Unifesp.

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Sigmar de Mello Rode

Dentista, professor titular da Faculdade de Odontologia da Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho (Unesp/São José dos Campos), no interior paulista, e presidente da Associação Brasileira de Editores Científicos (Abec-Brasil).

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Ana Estela Haddad

Ana Estela Haddad

Dentista, é professora do Departamento de Ortodontia e Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, orientadora da pós-graduação em ciências odontológicas e membro do Conselho Consultivo da Diretoria da mesma instituição. É vice-presidente do Conselho Brasileiro de Telemedicina e Telessaúde – CBTms.

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Carlos Alberto Feldens

Carlos Alberto Feldens

Dentista, com especialização em odontopediatria, mestrado em saúde coletiva e doutorado em epidemiologia, é professor da Universidade Luterana do Brasil, em Canoas (RS), e autor de três livros sobre seu tema preferencial em pesquisa: cárie dentária e traumatismos dentários na infância.

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Eduardo Saba-Chujfi

Eduardo Saba-Chujfi

Cirurgião-Dentista, com mestrado e doutorado em periodontia pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, é professor coordenador de Pós-Graduação em Periodontia do Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic, em Campinas, interior de São Paulo. É também professor visitante dos mestrados em periodontia, clínicas odontológicas e ortodontia em Barcelona (Espanha), e dos mestrados em periodontologia e ortodontia do Instituto de Ciências da Saúde Norte em Porto (Portugal).

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Sandra Kalil Bussadori

Sandra Kalil Bussadori

Dentista com pós-doutorado em pediatria pela Universidade Federal de São Paulo, é professora titular da Uninove e da Universidade Metropolitana de Santos e mestrado e doutorado em ciências da reabilitação e biofotônica aplicada às ciências da saúde da Uninove.

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Branca Oliveira

Branca Oliveira

Dentista, doutora em saúde coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde é professora no Departamento de Odontologia Preventiva e Comunitária e coordena o Mestrado em Odontopediatria do Programa de Pós-Graduação.

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Jefferson Gomes Fernandes

Neurologista, é superintendente de Educação e Ciências do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. É coordenador acadêmico em Saúde da Fundação Getulio Vargas/Rio de Janeiro.

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Jefferson Becker

Neurologista, com pós-graduação no National Hospital for Neurology and Neurosurgery de Londres, é professor de neurologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e da Pós-Graduação em Neurologia da Universidade Federal Fluminense (UFF). É coordenador do Programa de Neuroimunologia do Instituto do Cérebro (INSCER), da PUCRS, e neurologista e neurofisiologista do Hospital São Lucas da PUCRS.

Esdras Guerreiro Vasconcellos

Psicólogo, formado e doutorado pela Universidade de Munique, fez pós-doutorado no Instituto Alemão para o Avanço da Ciência Max Planck, no qual também atuou como pesquisador-assistente. É professor de pós-graduação da Universidade de São Paulo, diretor científico do Instituto Paulista de Stress, Psicossomática e Psiconeuroendocrinoimunologia e membro da Academia Paulista de Psicologia.

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José Alexandre de Souza Crippa

Psiquiatra, com pós-doutorado em neuroimagem pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade de Londres, na Inglaterra, onde atua como professor honorário. É professor do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental. Coordena também o serviço de Interconsulta em Saúde Mental e a Unidade de Pesquisa Clínica do Hospital das Clínicas da FMRP-USP.

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Marcelo Moraes Valença

Neurologista, com pós-doutorado no National Institutes of Health, nos Estados Unidos, University of London, na Inglaterra, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, no interior paulista, e no Montreal Neurological Institute/McGiil University, no Canadá. É professor do Departamento de Neuropsiquiatria da Universidade Federal de Pernambuco, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Neuropsiquiatria e Ciências do Comportamento.

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Antonio Egidio Nardi

Antonio Egidio Nardi

Psiquiatra, professor titular da Faculdade de Medicina - Instituto de Psiquiatria - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Membro titular da Academia Nacional de Medicina. É coordenador do Laboratório de Pânico e Respiração do Instituto de Psiquiatria da UFRJ.

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Maria da Glória Lima

Maria da Glória Lima

Enfermeira, com mestrado em enfermagem psiquiátrica e doutorado pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. É professora associada do Departamento de Enfermagem, da Universidade de Brasília.

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Ricardo Monezi

Ricardo Monezi

Psicobiólogo, com mestrado do pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, doutorado e pós-doutorado pela Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo, onde é pesquisador do Departamento de Medicina Preventiva, associado ao grupo Mente Aberta - Centro Brasileiro de Mindfulness e Promoção de Saúde. É pesquisador do Núcleo de Medicina e Práticas Integrativas (Numepi) da Unifesp e docente da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

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Sidarta Ribeiro

Sidarta Ribeiro

Biólogo, com pós-doutorado em neurofisiologia pela Universidade Duke, nos Estados Unidos, é professor titular de neurociências e diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

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Silvia Maria Cury Ismael

Silvia Maria Cury Ismael

Psicóloga clínica e hospitalar, mestre e doutora em ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. É professora do Hospital do Coração (HCor), onde gerencia o Serviço de Psicologia. Leciona também no MBA em Qualidade de Vida e Saúde da pós-graduação do Hospital São Camilo.

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Sonia Tucunduva Philippi

Nutricionista, professora da Universidade de São Paulo, com mestrado e doutorado pela USP. Líder do grupo de pesquisa do Brasil CNPq sobre consumo alimentar de populações. É autora de livros, capítulos de livros, do software VirtualNutriPlus-WEB e de artigos científicos em periódicos nacionais e internacionais.

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Olga Maria Silverio Amancio

Nutricionista, professora associada livre-docente do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). É presidente da Sociedade Brasileira de alimentação e Nutrição (SBAN).

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Mauro Fisberg

Pediatra e nutrólogo, professor associado do Setor de Medicina do Adolescente do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Coordenador do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto Pensi – Fundação José Luiz Setúbal – Hospital Infantil Sabará. Coordenador científico da Força Tarefa Estilos de Vida Saudável e membro da diretoria do International Life Sciences Institute (ILSI)-Brasil. Secretário do Departamento de Nutrologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Membro da diretoria do Danone Institute International. Coordenador do Estudo Latino Americano de Nutrição e Saúde- ELANS. Autor de sete livros para público científico e leigo, entre eles Dia a Dia com Iogurtes, Dieta do Viver Bem, Trigo e Saúde e o Guia Descomplicado da Alimentação Infantil, pela Editora Abril.

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Roberta Soares Lara Cassani

Nutricionista, doutora em investigação biomédica pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. É pesquisadora colaboradora do Laboratório de Genômica Nutricional da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA – Limeira) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo, e membro da diretoria científica da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN).

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Helio Vannucchi

Médico nutrólogo, é professor titular sênior da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

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Dan Linetzky Waitzberg

Cirurgião e nutrólogo, é professor do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, diretor-presidente do GANEP - Nutrição Humana e coordenador do Grupo de Pesquisa (NAPAN) da USP.

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Marcia Maria Godoy Gowdak

Nutricionista, doutora em ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Diretora do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) e responsável pela área de nutrição da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

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João Felipe Mota

Nutricionista com especialização em cuidados nutricionais do paciente e desportista pela Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista e doutorado pela Universidade Federal de São Paulo. É professor da Universidade Federal de Goiás, onde coordena o Laboratório de Investigação em Nutrição Clínica e Esportiva e o curso de Pós-Graduação Stricto Sensu em Nutrição e Saúde.

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Sandra Soares Melo

Nutricionista, é professora do curso de nutrição da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, e dos cursos de especialização em nutrição clínica e nutrição pediátrica e escolar da Faculdade Estácio de Sá. É líder do Grupo de Investigação em Ciência dos Alimentos e Genômica Nutricional e Saúde /CNPq.

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Glorimar Rosa

Nutricionista, com doutorado em ciências de alimentos, é professora do Instituto de Nutrição Josué de Castro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coordena o Centro de Pesquisa e Extensão em Nutrição Clínica localizado no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da UFRJ.

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Marcia Akiko Nakamura

Marcia Akiko Nakamura

Nutricionista, é coordenadora de nutrição do Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp).

Marle Alvarenga

Marle Alvarenga

Nutricionista, com mestrado, doutorado e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo, é professora da Especialização e Mestrado Profissional do Centro Universitário São Camilo. É também supervisora do Grupo de Nutrição do Programa de Transtornos Alimentares – Ambulim, coordenadora do Grupo Especializado em Nutrição, Transtornos Alimentares e Obesidade – Genta e idealizora da Nutrição Comportamental.

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Regulamento

1. PRÊMIO. Este é um prêmio que busca reconhecer e divulgar os melhores projetos da área da saúde realizados no Brasil. São 08 (oito) categorias: (I) Saúde e Prevenção; (II) Saúde da Criança; (III) Saúde Mental e Emocional; (IV) Saúde e Nutrição; (V) Saúde Bucal; (VI) Saúde e Atividade Física; (VII) Instituição do Ano na Área de Cardiologia; e (VIII) Personalidade do Ano.

2. ORGANIZADORA E PATROCINADORA. O PRÊMIO SAÚDE é organizado pela ABRIL COMUNICAÇÕES S.A., sociedade anônima inscrita perante o CNPJ-MF sob o nº 44.597.052/0001-62, com sede na Av. das Nações Unidas, nº 7 221, 22º andar, Pinheiros, na cidade de São Paulo, no estado de São Paulo.

3. Este PRÊMIO terá início em março 2017 e término maio de 2017, ocasião na qual serão divulgados os resultados, e contemplará 3 (três) etapas: (I) período de indicação de participantes pela redação da revista Saúde; (II) período de triagem e seleção dos finalistas; e (III) período de seleção dos vencedores.

3.1  Para as 08 (oito) categorias discriminadas no item 1, as três etapas do PRÊMIO terão início e término conforme o cronograma a ser definido pela ORGANIZADORA e publicado no site.

3.2. Serão indicados ao PRÊMIO projetos da área da saúde realizados em território nacional no período de janeiro de 2016 a março de 2017 em cada uma das 08 (oito) categorias.

4. ÁREA DE EXECUÇÃO E PARTICIPAÇÃO. Considerar-se-á o território nacional como a área de execução designada para a promoção e divulgação deste PRÊMIO de modo que poderão ser indicados para participar pessoas físicas – profissionais da área da saúde.

4.1  Em caso de participação de pessoa jurídica, deverá ser indicado um representante legal para eventual recebimento do PRÊMIO.

4.2. É vedada a participação de funcionários(as), colaboradores(as), sócios/acionistas da ORGANIZADORA e de suas empresas coligadas, bem como de seus respectivos parentes até segundo grau e cônjuges e quaisquer pessoas envolvidas diretamente na execução do PRÊMIO.

5. MECÂNICA – INDICAÇÕES

5.1 Na primeira etapa do PRÊMIO, a ORGANIZADORA pesquisará e receberá indicações de participantes para as categorias Saúde e Prevenção; Saúde da Criança; Saúde Mental e Emocional; Saúde e Nutrição; Saúde Bucal; Saúde e Atividade Física. Essas indicações poderão ser enviadas à redação de SAÚDE por diversas fontes, entre elas experts e formadores de opinião da área.

6. MECÂNICA – TRIAGEM

6.1  Simultaneamente ao recebimento das indicações, será realizada a triagem, em que serão analisadas a qualidade dos projetos e a adequação às normas deste edital. Serão selecionados 03 (três) finalistas por categoria, levando-se em consideração os seguintes critérios, com exceção das categorias Instituição do Ano na Área de Cardiologia e Personalidade do Ano:

a) Impacto: de que maneira o Trabalho melhorou a saúde dos brasileiros? Ele fez diferença para determinada comunidade?

b) Educação para a saúde: o Trabalho ensina a população, de alguma maneira, a prevenir ou procurar tratamento adequado para determinado problema de saúde?

c) Originalidade: o Trabalho promoveu avanços na pesquisa científica produzindo resultados inéditos ou usou de maneira inusitada recursos médicos já existentes?

d) Uso de tecnologia: foi usada alguma nova tecnologia importante para a saúde dos brasileiros?

6.2 Com relação à categoria Instituição do Ano na Área de Cardiologia e Personalidade do ano, a triagem será feita pela ORGANIZADORA, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis.

6.3. A triagem das indicações referentes às 08 (oito) categorias será realizada pela ORGANIZADORA.

6.4. Os finalistas serão divulgados em data a ser definida no site www.premiosaude.com.br .

7. MECÂNICA – SELEÇÃO

7.1. Após o encerramento da triagem, terá início a seleção dos vencedores, a ser feita pela seguinte composição de votos, com exceção das categorias Instituição do Ano na Área de Cardiologia e Personalidade do Ano:

a) Votos dos integrantes da Comissão Julgadora designada pela revista SAÚDE, escolhidos a critério da ORGANIZADORA;

b) Voto popular por meio do site revistasaude.com.br ficando estabelecido que o total dos votos apurados terá peso 1, ou seja, valerá um ponto na soma calculada na votação dos jurados. As datas para votação no site ainda serão definidas.

7.2 Em caso de empate entre os finalistas, a ORGANIZADORA terá a última palavra e definirá os ganhadores de cada categoria a seu critério.

7.3 Com relação à categoria Instituição do Ano na Área de Cardiologia e Personalidade do ano, a seleção dos vencedores será feita pela ORGANIZADORA, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis.

7.4 Será escolhido 01(um) vencedor por categoria.

7.5 Auditores independentes acompanharão as votações realizadas no hotsite do PRÊMIO premiosaude.com.br, de forma a verificar eventuais tentativas de fraude, ficando desde já estabelecido que, em caso de fraude efetiva ou tentativa de fraude, a ORGANIZADORA poderá tomar as medidas cabíveis, a seu único e exclusivo critério (desclassificação e anulação de votos, por exemplo).

8. DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS

8.1 O resultado deste PRÊMIO será divulgado na cerimônia de premiação realizada em maio de 2017, na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo.

8.1.1 O horário e o local da cerimônia de premiação serão divulgados em maio de 2017 aos finalistas por e-mail e pelo site.

9. PREMIAÇÃO

9.1 O vencedor de cada categoria fará jus a 01 (um) troféu e 01 (um) certificado de vencedor, bem como terá seu projeto publicado na revista SAÚDE, em edição a ser definida pela ORGANIZADORA.

10. DISPOSIÇÕES GERAIS.

10.1 Em caso de fraude ou tentativa de fraude comprovada, o participante será automaticamente excluído do PRÊMIO, independentemente do envio de qualquer notificação, e, caso seja o ganhador do PRÊMIO, o prêmio será transferido para o segundo colocado classificado dentro das condições válidas e previstas neste Regulamento. Para efeito desta cláusula, considera-se fraude a participação por meio de cadastramento de informações incorretas ou falsas; a participação de funcionários, terceiros, parentes até segundo grau de funcionários e terceiros, promotores, agentes, afiliados ou outros que possuam relação profissional direta ou indireta com a ORGANIZADORA; e a realização de quaisquer práticas e/ou condutas que importem em vantagem indevida ao participante frente aos demais.

10.2 Ao participar deste PRÊMIO, nos termos deste Regulamento, seja por meio da indicação de finalistas, seja mediante o aceite de tais indicações, os participantes cedem o direito de uso de sua imagem e voz pelo prazo de 12 (doze) meses, bem como os direitos de expor, publicar, reproduzir e/ou armazenar, o que os participantes fazem de modo expresso e em caráter irrevogável e irretratável, desde já e de pleno direito, em caráter gratuito e sem qualquer remuneração, ônus ou encargo, podendo referidos direitos serem exercidos por meio de cartazes; filmes e/ou spots; jingles e/ou vinhetas; em qualquer tipo de mídia e/ou peças promocionais, inclusive em televisão, rádio, jornal, cartazes, faixas, outdoors, mala-direta e na internet para a ampla divulgação deste Regulamento e/ou de seu desenvolvimento posterior com exclusividade.

10.3 Ao participar deste PRÊMIO, os participantes declaram ser os únicos autores, titulares e/ou detentores dos direitos autorais patrimoniais das obras (artigos, fotografias, projetos etc.) inerentes à sua participação no PRÊMIO e, nesse ato, cedem à ORGANIZADORA todos os direitos patrimoniais de autor incidentes sobre as obras para uso, fruição, disposição e distribuição pela ORGANIZADORA (i) em qualquer evento que seja realizado pela ORGANIZADORA para fins de apresentação dos finalistas, (ii) em catálogos do PRÊMIO para distribuição pela ORGANIZADORA em eventos por ela promovidos, (iii) para publicação, edição, adaptação, transcrição e divulgação, via qualquer modalidade, meio e natureza, na revista SAÚDE, e (iv) para registro de arquivo dos participantes do PRÊMIO. A omissão de qualquer modalidade ou suporte de uso ou a indicação de qualquer forma de utilização das obras no campo de descrição acima e a indicação da Marca não implicarão limitação do direito de exploração das obras pela ORGANIZADORA.

10.4 As autorizações descritas acima não implicam qualquer obrigação de divulgação ou de pagamento de nenhuma quantia por parte da ORGANIZADORA.

10.5 Os casos omissos e/ou eventuais controvérsias oriundas deste PRÊMIO serão submetidos à Comissão Organizadora para avaliação, sendo suas decisões soberanas e irrecorríveis.

10.6 A simples participação neste PRÊMIO, seja por meio da indicação de finalistas, seja mediante o aceite dessas indicações, implica no conhecimento e total aceitação deste regulamento.

10.7 O participante cuja conduta implicar a manipulação dolosa da operação do PRÊMIO ou que violar os termos e condições impostos neste regulamento estará automaticamente desclassificado.

10.8 O participante cuja conduta ou histórico desabone ou contrarie a essência do PRÊMIO, bem como a política da ORGANIZADORA, será desclassificado. A desclassificação poderá ocorrer em qualquer etapa do PRÊMIO, a exclusivo critério da ORGANIZADORA.

10.9 Se por qualquer motivo, alheio à vontade e controle da ORGANIZADORA, não for possível conduzir este PRÊMIO conforme o planejado, poderá a ORGANIZADORA finalizá-lo antecipadamente mediante aviso aos participantes e ao público. Caso o PRÊMIO tenha seu término antecipado, a ORGANIZADORA deverá avisar ao público e aos participantes por meio dos mesmos meios utilizados para sua divulgação, explicando as razões que a levaram a tal decisão.

10.10 Dúvidas e informações sobre este PRÊMIO poderão ser esclarecidas por meio do e-mail premiosaude@abril.com.br. Este PRÊMIO assim como seu Regulamento poderão ser alterados a critério da ORGANIZADORA mediante aviso no website www.premiosaude.com.br.

10.11 Fica desde já eleito o Foro da Comarca da Capital do Estado de domicílio da ORGANIZADORA para dirimir quaisquer questões oriundas deste PRÊMIO.

Conheça os vencedores

Categoria Saúde Bucal

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Rastreamento contra o câncer de boca

Fumo, álcool, infecções por HPV e exposição excessiva aos raios solares estão por trás de um dos mais graves problemas de saúde: tumores malignos na região da boca e da garganta. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer, o Inca, surgem mais de 11 mil novos casos por ano em homens e mais de 4 mil em mulheres.Para tentar flagrar a doença o mais cedo possível – levando em conta também sua alta taxa de mortalidade –, o Hospital de Câncer de Barretos, no interior paulista, criou um consultório móvel que trafega por ruas, avenidas e estradas a fim de realizar exames na população da região. São convidados a participar do rastreamento homens e mulheres a partir dos 40 anos de idade, fumantes ou que tomem regularmente bebidas alcóolicas, dois dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do mal. Em 2014, a unidade móvel, munida com cadeira e equipamentos odontológicos, atendeu 1830 indivíduos, identificando sinais do câncer em 18 deles. No primeiro semestre de 2015, 1318 passaram pela análise de dentistas, biomédicos e médicos, e biópsias comprovaram o tumor em 15 pacientes. De quebra, o projeto ainda capacita equipes das Estratégias Saúde da Família nos municípios – compostas por agentes comunitários, dentistas, agentes de saúde bucal, enfermeiros e médicos – para que possam detectar alterações nos estágios iniciais, tornando mais promissoras as chances de vencer esse câncer.

Rastreamento de câncer de de boca utilizando unidade móvel odontológica e unidade fixa Hospital de Câncer de Barretos - Fundação Pio XII

Autores: Carlos Deyver de Souza Queiroz, Adhemar Longatto Filho, Edmundo Carvalho Mauad, Helio Massaiochi Tanimoto, André Lopes Carvalho e Raphael Luiz Haikel Junior

Instituição: Hospital de Câncer de Barretos - Fundação Pio XII

Categoria Saúde da Criança

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Otimizando o teste do pezinho para flagrar doença rara

Diagnosticar o mais cedo possível seis condições que comprometem o desenvolvimento do recém-nascido é uma conquista ofertada à população desde que o teste do pezinho passou a ser obrigatório no país. Um dos problemas detectados é a hiperplasia adrenal congênita (HAC), causada por mau funcionamento das glândulas suprarrenais, aquelas que ficam no topo dos rins. Essa desordem genética diminui a produção de dois hormônios importantes para o organismo: cortisol e aldosterona. Por outro lado, turbina a fabricação de testosterona, hormônio sexual masculino. O resultado é um desequilíbrio grave, que provoca desidratação, problemas mentais e pode levar à morte. Quando uma alteração que caracteriza essa doença é constatada na triagem neonatal, o bebê precisa passar por novos testes, porque são comuns os resultados falso-positivos. A questão é que a confirmação da HAC muitas vezes exige uma longa sequência de consultas e exames. Além dos custos envolvidos na investigação, imagine o impacto emocional na família desses pequenos até saber se, de fato, eles carregam o distúrbio. Equipes da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e da Apae de São Paulo se associaram para encontrar uma metodologia eficiente e inédita para resolver esse dilema o quanto antes. A partir de um levantamento nos dados do teste do pezinho feito em 473.983 recém-nascidos de São Paulo, os especialistas chegaram a um valor de referência que ajudará a diminuir a taxa de falso positivos, reduzindo acompanhamentos desnecessários – e a angústia dos pais. E mais: com o diagnóstico mais certeiro, os esforços dos profissionais de saúde se concentrarão no seguimento e tratamento de quem nasceu com a doença.

Avaliação da eficácia de diferentes testes confirmatórios na triagem neonatal da hiperplasia adrenal congênita por deficiência da 21-hidroxilase

Autores: Tania Aparecida Sartori Sanches Bachega, Daniel Fiordelisio de Carvalho, Giselle Yuri Hayashi, Mirela Costa de Miranda, Andresa De Santi Rodrigues, Larissa G. Gomes, Guiomar Madureira e Berenice B. de Mendonça

Instituições: Laboratório de Hormônios e Genética Molecular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo

Categoria Saúde Mental e Emocional

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Minicérebros para estudar a esquizofrenia

Numa pesquisa inédita no mundo, um cientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino transformou células-tronco extraídas da pele em neurônios para estudar transtornos mentais. O nome dessa técnica revolucionária é reprogramação celular, e ela funciona como se fosse um código de software: a informação genética pode ser editada por meio de ferramentas de biologia molecular. As células-tronco reprogramadas, também conhecidas como células-tronco de pluripotência induzida, podem se transformar em todo tipo de tecido, preservando suas características genéticas. Assim, em laboratório, foi possível criar “minicérebros” e estudar vários fatores que podem interferir no desempenho da massa cinzenta – o que seria impraticável em pacientes vivos. No caso deste trabalho, foram isoladas células da pele de pessoas com esquizofrenia. Em cima desse material foram criados neurônios com a herança genética do distúrbio marcado por crises de alucinação e sensação de perseguição. Com isso foi possível descrever alterações celulares e moleculares que podem ajudar na identificação de medicamentos mais eficazes para o tratamento desse e de outros transtornos mentais.

Reprogramação celular aplicada ao estudo de transtornos mentais

Autor: Stevens Kastrup Rehen

Instituições: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), no Rio de Janeiro

Categoria Saúde e Prevenção

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Rastreamento do câncer de colo de útero em indígenas

A infecção pelo papiloma vírus humano, o HPV, é a principal causa desse tipo de tumor no Norte do Brasil. E as índias ianomami parecem ser ainda mais vulneráveis. Elas fazem parte de tribos que habitam os confins da Amazônia, em áreas só acessadas a bordo de pequenos aviões. O isolamento tornava mais difícil saber que tipos de HPV ameaçavam essas mulheres — são centenas de versões, capazes de causar de simples verrugas nas mãos ao câncer no útero. Para resolver a questão, especialistas da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas visitaram oito comunidades ianomami. Todas as mulheres foram chamadas a passar por exame ginecológico com coleta de amostras para a realização de testes genéticos de última geração para detecção do HPV. O convite foi aceito por 360 ianomamis (76% das moradoras). As avaliações revelaram uma situação pra lá de preocupante: a infecção por HPV entre elas chega a 45,9% – na população do país em geral o índice é de 14%. O levantamento apontou também que os tipos mais comuns do vírus por ali são justamente os mais perigosos e que não há nenhuma nova versão de HPV circulando nessas mulheres. Assim, a vacina disponível no país tem boas chances de elevar a imunização na população indígena. Vacina que, alias, já foi implementada assim que os dados foram analisados — a cobertura foi superior a 95% nas duas primeiras fases, em 2014.

Infecção por HPV e rastreamento do câncer de colo de útero em indígenas isoladas da Amazônia Brasileira

Autores: Allex Jardim da Fonseca e Luiz Carlos de Lima Ferreira

Instituição: Fundação de Medicina Tropical do Amazonas - Universidade do Estado do Amazonas

Categoria Saúde e Atividade Física

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Malhar o corpo para manter a cabeça em forma

Não é raro que o envelhecimento venha acompanhado de lapsos de memória, perda de autonomia e uma maior propensão a demências. É o tal do comprometimento cognitivo. Com o aumento da expectativa de vida, cresce a preocupação com estratégias capazes de prevenir a aposentadoria precoce dos neurônios. Uma delas é a atividade física, tema desse trabalho da Unesp de Rio Claro. Os especialistas botaram uma porção de voluntários — com e sem comprotimento cognitivo — para se mexer e notaram que os exercícios funcionam como uma espécie de guarda-costas da massa cinzenta. E isso mesmo quando os genes, digamos, não são muito favoráveis. Pois é, não tem idade nem desculpa pra parar de malhar.

Efeito de 10 anos de intervenção de atividade física em Unidades Básicas de Saúde na aptidão física de seus praticantes

Autores: Priscila Missaki Nakamura, Inaian Pignatti Teixeira, Camila Bosquiero Papini, Alberto Chiyoda, Eliete Luciano, Kelly Lynn Cordeira e Eduardo Kokubun

Instituição: Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho - Campus de Rio Claro (SP)

Categoria Saúde e Nutrição

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Hábitos saudáveis, meninas saudáveis: prevenindo a obesidade entre adolescentes

Workshops de nutrição, seminários interativos, miniaulas, sessões de atividade física nos intervalos de aula, mensagens por WhatsApp, cartas aos pais, diários de alimentação. Munidas desse arsenal de medidas, equipes da Faculdade de Saúde Pública e da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP desenvolveram um projeto inovador para avaliar e melhorar os hábitos alimentares de alunas de dez escolas públicas de São Paulo. Além do estado nutricional das garotas, o trabalho analisou a frequência e intensidade de exercícios físicos e o tempo que elas permaneciam na frente da TV, do computador, de olho na tela de cellular… Participaram do levantamento 253 adolescentes entre 14 e 18 anos. Dessas meninas, 142 passaram a receber informações sobre os benefícios de fazer mudanças no estilo de vida. As mensagens de texto enviadas para o celular das garotas se mostraram uma das estratégias mais eficientes. Elas recebiam, duas vezes por semana, palavras que as encorajavam a adotar uma alimentação mais equilibrada e a sair do sedentarismo. Durante a Copa do Mundo de 2014, por exemplo, os recados traziam dicas de petiscos saudáveis para comerem enquanto assistiam aos jogos. Ou então davam sugestões de coreografias para a música oficial do Mundial, uma forma de se divertir gastando energia. Ao fim de seis meses, a turma impactada pela programação já mostrava os ganhos: diminuição na circunferência da cintura, maior consumo de frutas, verduras e legumes, menos doces no dia a dia. Sem contar que conseguiram deixar um pouco de lado TV e computador para sair do sofá, calçar os tênis e se mexer. Um modelo simples e eficiente – que pode ser replicado nas escolas país afora – de prevenir a obesidade e suas consequências para a saúde.

“Hábitos Saudáveis, Meninas Saudáveis – Brasil”: prevenindo a obesidade entre adolescentes de escolas técnicas públicas do município de São Paulo

Autores: Ana Carolina Barco Leme, Sonia Tucunduva Philippi, Erika Toassa e Paulo Henrique Guerra

Instituição: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo

Categoria Instituição do Ano

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Associação de Pais e Amigos de Excepcionais - Apae de São Paulo

A expectativa de vida da pessoa com deficiência intelectual segue o padrão do restante da população mundial e vem aumentando nos últimos anos. Em algumas condições, como na síndrome de down, os sinais de envelhecimento aparecem precocemente, exigindo cuidados específicos, com foco na prevenção, promoção de saúde e manutenção das habilidades para que essas pessoas possam viver mais e melhor. Na Apae de São Paulo, um time de profissionais especializados em envelhecimento realiza oficinas terapêuticas, grupos de atenção à saúde, acompanhamentos individuais e orientação às famílias e cuidadores de pessoas com deficiência em processo de envelhecimento. Em um ano, foram mais de 100 participantes nas atividades, nas quais os especialistas mapeiam necessidades e aproveitam para disseminar o conhecimento e formar novos profissionais para trabalhar com uma população ainda mais suscetível às dificuldades impostas pelo passar dos anos.

Responsáveis: Valquiria Ribeiro Barbosa, Felipe Clemente Santos e Aracélia Lúcia Costa

Categoria Personalidade do Ano

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Miguel Srougi

O urologista e professor titular da Universidade de São Paulo não é só o homem com o maior número de cirurgias contra o câncer de próstata no currículo — são mais de 4 800. É um cidadão que guerreia, no consultório e na área pública, para construir um país com mais acesso e dignidade no campo da saúde. Fez a ponte entre o atendimento privado e o suporte aos mais desprivilegiados viabilizando, por exemplo, o financiamento das alas de Urologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Pesquisador e docente mais que respeitado, ainda trabalhou para que estudantes de medicina tenham oportunidades de aprender fora do país. Para ele, a medicina e a relação médico/paciente representam algo inebriante. “Quando tratamos ou curamos um doente, não ajudamos só uma pessoa. Estamos espalhando felicidade e esperança para a família e todo o entorno”, diz.

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